Mar 10, 2009
Os Conteúdos deste Bolg Passam a Ser Publicados em www.portalidc.com
Os Conteúdos deste Blog Passam a Ser Publicados no Portal IDC.
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Jan 20, 2009
2009. O Ano em que anteciparemos o futuro para sobreviver no presente ?
Em 2009, o mercado das tecnologias de informação será marcado pela acção conjunta da recessão económica e da profunda transformação do sector das tecnologias de informação.
Do lado da situação económica, a recessão terá um enorme impacto no mercado, com o crescimento do mercado global reduzido a metade e 2009 a ser um ano para “apertar o cinto”, quer para utilizadores, quer para fornecedores. A despesa em TI será orientada para cortar custos em actividade existente ou para formas mais eficientes de crescimento no negócio.
Mas 2009 deverá ser caracterizado pela aceleração da contínua e radical transformação do sector das tecnologias de informação. Em previsões anteriores, a IDC já tinha delineado esta tendência, impulsionada pela necessidade de servir mercados incipientes (países emergentes, PME’s) e pela emergência de novas tecnologias e modelos de negócio. (cloud computing, green IT, collaborative development, etc.), que deverão ajudar a indústria a desenvolver esses mercados.
Esta mudança tem vindo a provocar a reorientação contínua da oferta tecnológica e dos modelos de negócio dos fornecedores ao longo de diversas linhas de ruptura que irão conduzir á formação de um mercado claramente mais:
- Influenciado pelos países emergentes, PME’s e consumidores;
- Permeado pela Internet;
- Dominado por soluções “em pacote”;
- Móvel;
- Sustentável;
- Fortemente informatizado e cheio de informação;
Nesta fase, a nossa questão foi o que aconteceria a estas tendências face á recessão económica. Será que os fornecedores e utilizadores “parariam”? A nossa conclusão é que, pelo contrário, vão “acelerar”. Porque, com a recessão, o “business case” destes vectores de transformação em termos de segmentos, ofertas e modelos de negócio torna-se significativamente mais claro:
- Crescimento económico, no caso das economias emergentes;
- Custos reduzidos, para o “Cloud IT”;
- Capacidade de “alavancar” trabalho remoto, para a mobilidade;
- Utilização eficiente dos recursos, para a sustentabilidade;
- Melhores decisões de negócio e de alocação de recursos, para melhor gestão e análise da informação;
Os fornecedores e utilizadores irão convergir para estes temas, não porque eles representam o futuro, mas porque representam ganhos práticos no presente. Como refere a este propósito Frank Gens, Vice-presidente e Analista-Chefe na IDC.
“Uma economia global estagnada irá actuar como uma panela de pressão sobre o mercado das TI, acelerando o desenvolvimento e a adopção de novas tecnologias e modelos de negócio. Isto vai acontecer porque as vantagens competitivas destes novos modelos e tecnologias surgirão ampliadas pelas condições económicas. O ritmo de adopção irá acelerar-se não porque estas soluções são o futuro mas porque trazem vantagens no presente”.
Uma forte recessão global e uma transformação radical da indústria enformam as 10 previsões da IDC para 2009, que aqui apresentamos de forma muito sucinta:
1 - O crescimento global das TI’s vai cair para metade, o que colocará em risco os fornecedores que não se reposicionarem em segmentos menos afectados pela crise;
2 - As economias emergentes e o mercado das PME’s também sofrerão com o abrandamento mas manterão crescimentos acima da média do mercado;
3 - Acelera-se a migração da indústria das TI’s para “Cloud Computing” e outros modelos de prestação de serviços online, essencialmente devido aos custos mais baixos;
4 - Acelera-se a migração dos consumidores para o comércio online, com esta categoria a abranger 1,5 biliões de pessoas e 8 triliões de dólares em vendas;
5 - A indústria das telecomunicações vai expandir-se e consolidar-se face à necessidade de atingir novas economias de escala, de entrar nos mercados emergentes e de desenvolver novos serviços de valor acrescentado;
6 - Os dispositivos móveis terão um ano terrível com quebras de volume de vendas e compressão das margens, apesar do segmento de smartphones e mini—portáteis continuarem a apresentar crescimentos na casa dos dois dígitos;
7 - Acelera-se a dissolução da fronteira entre soluções tecnológicas empresariais e soluções pessoais com a ascensão da web social e a recessão económica, criando novas oportunidades de domínio sobre o sector.
8 - Assistiremos à reinvenção das soluções de acesso e análise da informação e de risco face aos problemas dos serviços financeiros e à avalanche de informação gerada pela Internet social e pela generalização do vídeo na Internet;
9 - As “tecnologias verdes” terão um bom ano na vaga de soluções que prometem cortar custos de forma sustentada a médio prazo;
10 - As iniciativas governamentais catalizarão enormes investimentos em tecnologias de informação e o crescimento da indústria, com iniciativas focadas na recuperação económica, energia, saúde e na melhoria da estabilidade e transparência dos mercados financeiros.
Nesta iniciativa, a IDC juntou informação gerada por cerca de 1000 analistas IDC em todo o mundo, que foi sintetizada, validade e vertida em 10 previsões que procuram identificar as oportunidades de crescimento mais relevantes para o espectro mais amplo possível de participantes na indústria. Ao identificar as mudanças estruturais do mercado, a IDC espera ajudar as empresas a criar vantagens competitivas optando pelo rumo empresarial mais adequado para tirar proveito da evolução do mercado.
Informação mais detalhada sobre as 10 previsões para 2009:
IDC Predictions 2009: An Economic Pressure Cooker Will Accelerate the IT Industry Transformation
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Dez 26, 2008
Inovação, Concorrência e Governo Dinamizam Mercado dos Portáteis em Portugal
Apesar da quebra de confiança verificada entre consumidores e empresas, e da estagnação da economia portuguesa no 3º trimestre de 2008, o mercado nacional de PCs registou um forte crescimento homólogo de 65,4% no 3º trimestre de 2008. O principal factor impulsionador do mercado continuou a ser a procura de PCs portáteis, quer na vertente tradicional - devido ao sucesso do programa e.escolas e e.escolinhas e à crescente concorrência entre fabricantes - quer devido à nova dinâmica introduzida pelo conceito de “mini portáteis” de baixo custo.
Alguns mini portáteis disponíveis em Portugal (alguns apenas disponíveis através de operadores móveis ou lojas on-line)
Asus EeePC
Acer AspireOne
Magalhães
Dell Mini 9
Toshiba NB100
Tsunami Moover T10
HP Mini 1000
A popularidade do novo conceito de “mini portáteis” de baixo custo, seja vendidos através das cadeias de retalho, seja integrados na oferta dos operadores e do programa “e-escolinhas”, contribuiu já com cerca de 25% dos portáteis vendidos no 3º trimestre de 2008 em Portugal.
Esta dinâmica concorrencial e de inovação está a criar novos segmentos de mercado e a potenciar segundas aquisições por parte da actual base instalada. Neste contexto, o mercado de “mini portáteis” de baixo custo veio claramente agitar o cenário competitivo no período de “volta as aulas”, e irá igualmente protagonizar as aquisições na época de Natal.
A IDC prevê que mais de 75% das vendas de PCs em Portugal em 2008 sejam na categoria dos Portáteis. Apesar desta tendência de crescimento, acreditamos que os Desktop continuarão a ser uma opção em alguns nichos de mercado, para além dos jogos e dos sistemas de alto desempenho.
Com os dados existentes, é possível prever que no 4º trimestre de 2008 o mercado de PC’s continuará a crescer na casa dos dois dígitos, devido à introdução e boa aceitação dos “mini portáteis” de baixo custo, e á continuação dos programas governamentais como o “e.-escolas” e o “e.-escolinhas”. Outros factores são a entrada dos portáteis em novos segmentos do mercado doméstico e empresarial devido á forte dinâmica concorrencial e de inovação com o aumento das capacidades e a diminuição dos preços médios de venda dos diversos formatos.
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Nov 25, 2008
Crise Financeira com Impacto Reduzido na TI das Organizações em Portugal
Uma larga maioria de inquiridos no âmbito do Painel IDC de Tecnologia e Inovação considera que neste momento o impacto da crise financeira não se faz sentir, ou faz-se sentir pouco, na vertente tecnológica das suas empresas.
O Painel faz parte do recém lançado Portal IDC, uma comunidade online de decisores e utilizadores qualificados de tecnologias de informação, lançada recentemente pela IDC. Esta iniciativa permite auscultar e divulgar regularmente as opiniões e o sentimento dos decisores sobre as questões mais "quentes" e actuais na área da Tecnologia e Inovação.
Das 183 respostas qualificadas recolhidas à questão “Qual o impacto da actual crise financeira mundial na sua organização?”, 34% não prevê impacto, enquanto 39% considera que haverá impacto na organização mas pouco nas TI. Dos 27% que considera haver um impacto significativo, 67% aponta para a redução de investimentos; 21% para a redução de custos operacionais, e 12% para a redução de investimentos, custos e número de colaboradores.
Com o Portal IDC, a IDC lança uma plataforma de partilha de informação qualificada e de interacção com a comunidade dos decisores empresariais, utilizadores qualificados e fornecedores de tecnologia de informação e comunicações, com uma politica de acesso restrito.
Para a comunidade inscrita no Portal, a IDC disponibiliza um conjunto de estudos, relatórios e perspectivas IDC sobre o mercado nacional e global. O Portal suporta igualmente ferramentas úteis como um directório do sector e plataformas de interacção como o Fórum IDC.
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Nov 13, 2008
Automatização de Processos de Negócio e Necessidades de Auditoria e Conformidade Legal Impulsionam Crescimento do “Enterprise Content Management”
A Gestão de Conteúdos é já um requisito para as empresas determinadas na sua modernização, na agilização dos processos, no aumento da produtividade e em estarem conformes com as normas legislativas emanadas pelo poder político.
A questão que se põe actualmente não será já «Porque tenho eu de implementar um sistema de Gestão de Conteúdos?» mas «Como posso eu proceder a uma boa implementação de um sistema de Gestão de Conteúdos?».
Aderindo às melhores práticas, as organizações que se encontrem em fase de planeamento da instalação de um sistema de Gestão de Conteúdos, por certo alcançarão melhores resultados e um mais efectivo retorno do investimento, em dimensões como:
- Redução de custos
- Conformidade legislativa
- Aumento da produtividade
- Automatização de processos
- Melhoria dos acessos à informação
- Aumento do grau de exigência dos clientes
Ultrapassada a fase do arquivo electrónico e gestão documental, o grande desafio centra-se agora na classificação e acesso eficiente e seguro a todo o tipo de conteúdos da organização, assim como na convergência dos conteúdos disponíveis na Web.
Com a actual pressão voltada para a redução de risco, crescentes processos de auditoria e necessidade de verificar a conformidade legal dos conteúdos, o valor de automatizar os processos de negócio envolvendo grandes quantidades de conteúdos tem grande impacto e pode mesmo tornar-se num forte diferenciador competitivo. Neste contexto, as previsões da IDC apontam para que o mercado nacional de soluções de Entreprise Content Management (ECM – Gestão de Conteúdos) atinja em 2008 os 42 milhões de euros, o que significaria um crescimento de 5,6% face a 2007.
É neste contexto de grande dinâmica que a IDC irá, no próximo dia 18 de Novembro, no Centro Cultural de Belém, debater e reflectir, num ambiente informal, a situação actual e as principais tendências na área da Gestão de Conteúdos. Serão também apresentados projectos da Policia Judiciária e do Banco Português de Negócios.
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